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Alimentação

Page history last edited by Jessica 14 years, 9 months ago

 

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Vídeo com a música dos Titãs!

 

ARTIGO SOBRE A ALIMENTAÇÃO

 

Alimentação e cultura, identidade e cidadania. Você tem fome de quê?

Maria Eunice Maciel* e Renata Menasche1**

Bebida é água.

Comida é pasto.(alimento de gado - Jessica)

Você tem sede de quê?

Você tem fome de quê?

A gente não quer só comer,

A gente quer comer e quer fazer amor.

A gente não quer só comer,

A gente quer prazer pra aliviar a dor.

A gente não quer só dinheiro,

A gente quer dinheiro e felicidade.

A gente não quer só dinheiro,

A gente quer inteiro e não pela metade.

“Comida”, de Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Britto

Ao afirmar que se quer mais do que comer, a bela canção dos Titãs2 dialoga com visões reducionistas que restringem (limitar - Jessica) as necessidades humanas aos limites estabelecidos pela biologia.

Mas, ao mesmo tempo, evidencia na sociedade a existência de uma percepção limitada dos significados da comida: a letra estabelece disjunção entre o ato de “só comer” e aqueles associados ao amor, ao prazer, à felicidade, à plenitude humana.

Trazendo à reflexão o debate sobre alimentação e cultura, e desnudando alguns elementos desse debate para o caso brasileiro, buscaremos, neste artigo, apontar algumas das dimensões que, conferindo à escolha, à preparação e ao consumo de alimentos atributos relacionados às identidades sociais, podem dar pistas para pensar a relação entre comida e cidadania.

Comida é pasto?

É bem verdade que a satisfação das necessidades nutricionais é condição indispensável para a sobrevivência de seres humanos. Entretanto, os significados da alimentação para as sociedades não podem ser compreendidos apenas a partir de indicadores nutricionais. Nas palavras de Claude Fischler:

O homem é um onívoro que se alimenta de carne, de vegetais e de imaginário: a alimentação conduz à biologia, mas, é evidente, não se reduz a ela; o simbólico e o onírico, os signos, os mitos, os fantasmas também alimentam e concorrem a regrar nossa alimentação. (FISCHLER, 1979, p. 1)

Dessa forma, o ato alimentar implica também valoração simbólica. Por isso, o que é considerado comestível em uma sociedade – ou, mais precisamente, em um grupo social – não o é em outra.

Nas sociedades humanas, a fome e a sede, necessidades vitais, são formuladas e satisfeitas em termos culturais, sociais e históricos. O que se come, com quem se come, quando, como e onde se come: as opções e proibições alimentares – que, como ensina Igor de Garine, eventualmente distinguem os grupos humanos – são definidas pela cultura: “O homem se alimenta de acordo com a sociedade a que pertence” (GARINE, 1987, p. 4).

Qual a boa comida? O que se come em dias comuns, fins de semana, dias de festa? Que alimentos são considerados perigosos? Quais os alimentos tidos por saudáveis? Homens, mulheres, idosos(as), jovens e crianças: quem come o quê?

“Dize-me o que comes, e eu te direi quem és.” A frase de Brillat-Savarin (1995), datada do século XIX, indica que a alimentação é marcadora de identidade: somos o que comemos. Ou, como afirma Amado Millán:

Na alimentação humana se materializa a estrutura da sociedade, se atualiza a interação social e socioambiental, as representações socioculturais (crenças, normas, valores) que dão significado à ação social [...] dos que têm em comum uma mesma cultura. A abstração conceitual da cultura se concretiza no prato. (MILLÁN, 2002, p.277-278, destaque do autor)

É assim que, perpassada por aspectos simbólicos, as escolhas dos alimentos podem expressar o status do indivíduo em uma sociedade, da mesma forma que a cozinha de um grupo social expressa sua identidade.

Comida, então, é bem mais que pasto. Entendida como uma linguagem (LÉVI-STRAUSS, 1965), a cozinha de uma sociedade indica seus valores. Buscaremos, a seguir, evidenciar que essa abordagem pode vir a contribuir para a análise da sociedade brasileira.

Arroz, feijão e farinha

É comum que o processo de construção de uma cozinha em país colonizado seja descrito como um somatório de influências. No entanto, o processo é complexo e implica confrontos, associações e exclusões.

Se, em linhas gerais, pode-se dizer que as populações que se deslocaram para as Américas trouxeram com elas seus hábitos, costumes e necessidades – todo um conjunto de práticas alimentares, incluindo plantas, animais e temperos, além de preferências, interdições e prescrições –, é importante salientar que as várias influências não são meras “contribuições”, mas fazem parte de um processo colonial que confrontou povos diferentes e, conseqüentemente, sistemas alimentares muito diversos.

No Brasil, costuma-se mencionar como conformadoras da cozinha as influências portuguesa, negra e indígena, reeditando, na culinária, o que seria o “mito fundador” da brasilidade, denominado criticamente por Roberto da Matta – que destaca a distância entre a “presença empírica dos elementos e seu uso como recursos ideológicos na construção da identidade social” – de “fábula das três raças” (MATTA, 1984, p. 62).

Assim, pensar a construção da cozinha brasileira a partir do dito “mito fundador” da brasilidade significa deixar de abarcar as relações sociais estabelecidas, desconhecendo os fatos de que o português era o colonizador, a poplulação negra foi trazida como escrava, à força, e os povos indígenas foram dizimados.

Entretanto, essas considerações não implicam subestimar a importância dos elementos formadores da sociedade e cultura brasileiras. Não se pode negar que aquilo que hoje é denominado de “cozinha brasileira” seja o resultado de uma grande mistura de elementos, das mais diversas procedências. Ao se afirmar que o Brasil (e sua cozinha) é marcado pelos diferentes povos que viveram e vivem em seu território, reafirma-se o papel deles, porém traçando um pano de fundo que não é harmônico e tampouco igualitário.

Outro aspecto a ser abordado ao se falar em “cozinha brasileira” refere-se às regiões. Dado o tamanho do país, o Brasil apresenta uma significativa diversidade regional, derivada não apenas de seus aspectos físicos, mas também das variadas condições históricas e de apropriação e colonização do território.

Cada região possui hábitos alimentares próprios, mas também pratos emblemáticos, que servem como marcadores identitários regionais. Assim, alguns pratos costumam ser mais intimamente associados a suas regiões de origem e a seus habitantes, tais como – a título de exemplo – o acarajé e o vatapá baianos, o arroz com pequi goiano, o tutu e o pão de queijo mineiros, o tucupi e o tacacá do Norte, o churrasco gaúcho.

Alguns desses pratos, sendo emblemáticos de suas regiões, são, ao mesmo tempo, cotidianos, como é o caso do acarajé, vendido nas ruas da Bahia. Já outros demarcam uma temporalidade fora do dia-a-dia, como o churrasco, no Sul, que – embora consumido em restaurantes especializados, que funcionam diariamente – é o prato preferencial do almoço de domingo em família.

Se alguns pratos regionais são famosos em todo o país, outros são quase desconhecidos pelas demais regiões, muitas vezes pelo simples fato de que os ingredientes necessários são exclusivos do lugar de origem, mas também por razões de ordem cultural, que determinam certos hábitos alimentares.

Mas, além das práticas alimentares diversificadas, existem outras, encontradas em todo o país e em todas as classes sociais, representadas pelo consumo do feijão com arroz e da farinha de mandioca, combinação que se constitui na comida básica do brasileiro.

Quando queremos fazer referência ao cotidiano, a algo comum, familiar, repetido, rotineiro, dizemos: é feijão-com-arroz. Essa metáfora surge e ganha sentido pelo fato de que, no país, uma grande parcela da população come, diariamente, arroz e feijão. Embora a alimentação básica e diária de brasileiros e brasileiras seja essa combinação, encontra-se sempre presente a farinha de mandioca, havendo mesmo locais onde ela predomina.

Essa combinação pode variar conforme a região, mas, no todo, é a que prevalece. Em geral, o prato da refeição principal do Brasil constitui-se na mistura feijão, arroz, carne e salada. Mesmo quando o prato é de algum outro tipo, “bastando-se em si mesmo”, o arroz e feijão são, seguidamente, servidos como acompanhamentos, sendo, dessa forma, quase obrigatórios em pelo menos uma das refeições do dia.

O feijão é conhecido em alguns lugares como “carne de pobre”, pelo fato de ser alimento rico em proteínas, carboidratos complexos, vitaminas, minerais e fibras.

Não há consenso sobre a origem dos feijões. Sabe-se que existiam em diversos continentes, principalmente na África. Quando os europeus chegaram ao Brasil, já havia várias espécies conhecidas por indígenas do litoral. Mas, com a chegada dos portugueses e a introdução de novas variedades, os feijões adquiriram importância na alimentação do país.

Já no século XVII, segundo Camara Cascudo (1983, p.497), o binômio feijão/farinha estava presente no cardápio brasileiro. O feijão constituía o alimento da população escravizada em todo o território, juntamente com a farinha de mandioca ou milho, podendo – conforme as condições impostas por seus senhores – ser suplementado com carne seca, toucinho, banana e canjica, ou ainda com laranja e, posteriormente, arroz (Rugendas, Debret, Seidler apud CAMARA CASCUDO, 1983, p. 225, 228).

No século XIX, conforme relato do naturalista europeu Carl Seidler, o feijão estava estabelecido, também nas “mesas distintas”, como alimento básico no país:

O feijão, sobretudo o preto, é o prato nacional e predileto dos brasileiros; figura nas mais distintas mesas, acompanhado de um pedaço de carne de rês seca ao sol e de toucinho à vontade. Não há refeição sem feijão, só o feijão mata a fome. É nutritivo e sadio, mas só depois de longamente acostumado sabe ao paladar europeu, pois o gosto é áspero, desagradável. (Seidler apud CAMARA CASCUDO, 1983, p. 500)

A vinda de novos imigrantes europeus – sobretudo italianos e alemães, a partir do século XIX – e as grandes transformações advindas, no século XX, do processo de urbanização e industrialização não alteraram o lugar do feijão na alimentação básica de brasileiros e brasileiras.

Quanto ao arroz, há registros da existência, no período pré-colonial, de um tipo de arroz selvagem, coletado pelos índios tupis. Mas seria, também nesse caso, com os portugueses que o cultivo do arroz se estabeleceria e se desenvolveria.

Para Roberto da Matta (1986, p. 56; 1987, p. 22), a combinação de feijão com arroz é expressão da sociedade brasileira, combinando o sólido com o líquido, o negro com o branco, resultando em um prato de síntese, representativo de um estilo brasileiro de comer: uma culinária relacional que, por sua vez, evidencia uma sociedade relacional. O mulato, tido como “o brasileiro”, seria a própria mistura: nem o preto do feijão, nem o branco do arroz, um prato miscigenado.

Acompanhando a dupla feijão com arroz, um outro elemento deve, obrigatoriamente, ser citado: a farinha de mandioca. No contexto nacional, é significativa e generalizada sua presença, embora muitas vezes passe despercebida.

Diferentemente do feijão e do arroz, que, considerados “pratos”, são objetos de técnicas que incluem o uso do fogo, de panelas, em suma, são cozidos, a farinha – exceto quando torrada, tornando-se, então, farofa – é crua.

Estima-se que a mandioca tenha sido domesticada há cerca de 4 mil ou 5 mil anos, na Amazônia. Dado que a mandioca-brava contém um veneno, que precisa ser extraído, seu preparo para uso alimentar exige uma técnica especial, bastante complexa, criada por indígenas e transmitida aos colonizadores.

A mandioca, como sua farinha, têm várias denominações, conforme a região, podendo apresentar cores, gostos, cheiros e texturas diversas. Adotada pelos portugueses, a farinha de mandioca era a “farinha de guerra”, que os acompanhou nas expedições que desbravaram o território do que viria a ser o Brasil. A bordo dos navios negreiros, alimentou os africanos escravizados. Mais que qualquer outro alimento, acompanhou a formação do povo brasileiro.

Em todo o país, é ingrediente de inúmeros pratos característicos das diversas regiões. Mencionando apenas alguns, a farinha de mandioca é, no Sul, indispensável ao churrasco. Já em Minas Gerais, é misturada ao feijão para criar o tutu à mineira e é usada na vaca atolada. Em São Paulo, a farinha é novamente misturada ao feijão para criar o virado à paulista. Na Bahia, a mandioca cozida e amassada faz o bobó de camarão. No Centro e Sudeste, o feijão-tropeiro. No Norte, além do tucupi, podemos lembrar a maniçoba, feita com folha de mandioca brava. Em Pernambuco, o bolo Souza Leão. E, em todo o Nordeste, a tapioca, feita com a goma (polvilho doce).

Comida do cotidiano, o feijão com arroz acompanhado por farinha de mandioca assume outro caráter quando se transforma num prato emblemático – possuidor de um sentido unificador e marcador de identidade –, oferecido ao estrangeiro quando se quer apresentar a cozinha brasileira, traduzindo a nacionalidade e, assim, alçado a prato nacional: a feijoada. E ela é feita justamente com os três elementos fundamentais da cozinha do dia-a-dia do Brasil, uma derivação dessa combinação cotidiana, mas cujas características não estão tanto nos ingredientes acrescidos quanto no sentido do prato, festivo e emblemático.

Não há consenso sobre a origem da feijoada. Segundo versão corrente – que atualmente vem sendo contestada –, a feijoada teria sido criada nas senzalas, por escravos e escravas. Qualquer que tenha sido sua origem, sabe-se que é um antigo hábito brasileiro misturar feijão com toucinho e carne-seca.

Uma feijoada (também chamada feijoada completa) necessita de feijão preto, cozido com várias carnes – carne-seca; pé, orelha, rabo e pele de porco; toucinho; lingüiça; e paio –, servida com arroz branco e farinha de mandioca. Embora também tenha outros acompanhamentos tais como couve, laranjas e molho de pimenta, a base do prato são os três elementos fundamentais.

Mas não são apenas os ingredientes que fazem a diferença. Ela está no significado atribuído ao prato. Uma feijoada não é, então, apenas feijão com arroz, ela é feijoada, um prato especial, que exige muito mais tempo para fazer (e para digerir), em geral reservado às ocasiões especiais, com convite aos amigos, enfim, a feijoada implica comensalidade.

Se podemos pensar no “típico” como forma estereotipada de mostrar uma cultura, podemos pensar no emblemático como forma de marcar uma identidade, agindo no reconhecimento do grupo, como esse é representado e como deseja se representar.

No Brasil, o prato representativo nacional é uma transformação dos elementos tradicionais que constituem a comida do cotidiano. Transformação que se dá, sobretudo, no significado. É quando a metáfora do corriqueiro, feijão-com-arroz, transforma-se em especial, a feijoada.

Assim, se, como vimos, na alimentação se traduz a identidade de um grupo social, no centro do debate sobre as políticas públicas voltadas para a superação da falta de comida deverá estar posta a idéia da eliminação da fome como inclusiva em uma perspectiva mais ampla que a da imperativa satisfação das necessidades biológicas. Dessa forma, deve-se buscar que o combate à fome seja construtor de cidadania. Afinal, como ainda diz a canção dos Titãs,

A gente não quer só comida,

A gente quer comida, diversão e arte.

A gente não quer só comida,

A gente quer saída para qualquer parte.

A gente não quer só comida,

A gente quer bebida, diversão, balé.

A gente não quer só comida,

A gente quer a vida como a vida quer.

Você tem fome de quê?

Referências bibliográficas

BRILLAT-SAVARIN, Jean-Anthelme. A fisiologia do gosto. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

CAMARA CASCUDO, Luis da. História da alimentação no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1983.

FISCHLER, Claude. Présentation. Communications, Paris, 31, p.1-3, 1979.

GARINE, Igor de. Alimentação, culturas e sociedades. O Correio da Unesco, Rio de Janeiro, 15(7), p.4-7, 1987.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Le triangle culinaire. L’Arc, Aix-en-Provence, 26, 1965.

MACIEL, Maria Eunice. Churrasco à gaúcha. Horizontes antropológicos, Porto Alegre, 2(4), p.34-48, 1996.

______. Cultura e alimentação ou o que tem a ver os macaquinhos de Koshima com Brillat-Savarin? Horizontes antropológicos, Porto Alegre, 7(16), p.145-156, 2001.

MATTA, Roberto da. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Petrópolis: Vozes, 1984.

______. O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 1986.

______. Sobre o simbolismo da comida no Brasil. O Correio da Unesco, Rio de Janeiro, 15(7), p.22-23, 1987.

MENASCHE, Renata. Frankenfoods e representações sociais. In: CONGRESSO MUNDIAL DE SOCIOLOGIA, 10., 2000, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: IRSA, 2000. paper 419. 1 CD-ROM.

MILLÁN, Amado. Malo para comer, bueno para pensar: crisis en la cadena socioalimentaria. In: ARNAIZ, Mabel Gracia (coord.). Somos lo que comemos: estudios de alimentación y cultura en España. Barcelona: Ariel, 2002.

*Maria Eunice Maciel

Professora do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ppgas/ufrgs)

**Renata Menasche

Pesquisadora da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) e professora da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs)

1. As autoras fazem parte do comitê da recém-criada seção brasileira da Comissão Internacional de Antropologia da Alimentação (Icaf–Brasil), que, em uma perspectiva multidisciplinar, pretende agregar pesquisadores que se dedicam ao tema da alimentação e cultura no Brasil.

O e-mail da associação é: <icaf-br@portoweb.com.br>.

2. “Comida” foi gravada pela banda em 1987, no disco Jesus não tem dentes no país dos banguelas (WEA).

 

Fonte: http://www.ibase.br/modules.php?name=Conteudo&pid=920

 

 

 

 

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oi,pessoal~~~

encontrei na internet a maneira de fazer feijoada.Em relação da comida chinesa,a cozinha da feijoada é fácil demais,Mas mesmo assim,vários tipos de carne que precisamos na feijoada,já bastam procurarmos por um dia inteiro!kkkkkk......Dá uma olhada e talvez um dia a gente pode tentar fazer em casa!

bjsssssssss pra todos!^_^

                                                                                                                      ------Yeda  2/9/2009

 

 

 

 

 

Comments (11)

Amanda said

at 11:30 pm on Sep 2, 2009

Parece muito bom! Queria provar a feijoada agora!
Não é tão fácil fazê-la como eu achei antes. Tem que cozinhar passo a passo. Se gente quiser fazer feijoada própria, precisa de tempo e bastante paciência…
Mas vale a pena!

Héctor Fórneas said

at 9:02 am on Sep 3, 2009

Ótimo Yeda...O próximo em tentar fazer a feijoada possivelmente seja eu (no fim de semana).
IMPORTANTE: Poderíamos fazer um concurso...O que fizer uma feijoada mais aproximada ao que tem que ser...INVITA AO RESTO DO CURSO PARA EXPERIMENTAR---( A minha seguro será ruim de mais)
Héctor

Isadora Fantin Gräbin said

at 9:42 am on Sep 3, 2009

Adorei o vídeo, Yeda! É um grande incentivo para que a gente cozinhe e que pelo menos tente fazer uma feijoada, apesar de precisar de muuuuita paciência.

É uma boa ideia, Hector! Se alguém se arriscar na feijoada, pode convidar o grupo todo! Eu levo as laranjas! hehehe

Sonia lishuang said

at 10:55 am on Sep 3, 2009

ainda não provei a feijoada~~mas tenho muito interesse em provar e tentar cozinhar com toda gente~~
quem sabe onde podemos provar isso?
há diferença entre feijãõ e feijoada?

CRISTIANO LIU said

at 10:13 pm on Sep 3, 2009

hum..muutio diferente da feijoada q ouvi falar antes...hehe,carnes,carnes...vários tipos de linguiças......e demora bastante tempo pra fazer--é verdade tem que ter paciência suficiente,rs.bom,vou no restaurante outro dia pra experimentar o feijoada!~quem quer ir juntos?~~vamos!

CRISTIANO LIU said

at 10:30 pm on Sep 3, 2009

mais uma coisa...me lembro do arroz e feijão preto invariável na RU....haha,mas to gostando~

Isadora Fantin Gräbin said

at 12:06 pm on Sep 7, 2009

Pessoal, a Sonia queria saber se existe diferença entre o feijão e a feijoada. Existe? Alguém pode explicar para ela?

Camila Guo said

at 7:32 pm on Sep 7, 2009

Feijoada é constituído de feijão-preto cozido com carne de porco.
Então,na minha opinião, feijão é um ingrediente indispensável da feijoada,e tb é a base dela.

Camila Guo said

at 7:46 pm on Sep 7, 2009

Yeda,caso eu não faça em casa, tu fará pra mim, né ? rsrsrsrsrs

Yeda said

at 11:20 pm on Sep 13, 2009

ahhhhh,desculpa querida!nao vi seu sms ate agora!kkkk,claro vou fazer,mas primeiro que tal provar meu yuxiangrousiiiii?kkkk

elisa said

at 9:09 pm on Nov 18, 2009

ah~~~~quero fazer na casa~~hahaha~

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